Usain Bolt: O Fim Trágico da Lenda do Atletismo.

O atletismo é um conjunto de disciplinas que não estão entre os esportes mais relevantes do mundo, mas apresentou grandes expoentes ao longo da história. E sem dúvida, um deles é o jamaicano mais rápido do mundo: Usain Bolt.

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Bolt teve uma trajetória repleta de registros e reconhecimentos, mas foi também o seu carisma que o aproximou das pessoas. Mas você sabia que ele já perdeu uma medalha de ouro por doping? Você sabe o episódio vergonhoso que aconteceu em sua última apresentação? Isso e mais algumas outras curiosidades sobre ele, você vai descobrir aqui.

Em diversas ocasiões, o jamaicano revelou que seu interesse não era ser o homem mais rápido da história, mas sim se tornar um jogador de futebol profissional. O mais próximo que ele chegou desse sonho foi quando ele treinou, graças à Puma, com o clube alemão Borussia Dortmund. Embora ele seja fã mesmo do Manchester United.

O velocista nascido na Jamaica, agitou o esporte quando nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008 atingiu 100 metros em 9 segundos e 69 centésimos. Longe de ficar satisfeito com o ouro nessa ocasião, doze meses depois, ele baixou seu próprio recorde e conseguiu um tempo de 9 segundos e 58 centésimos no Campeonato Mundial de Atletismo em Berlim.

Em 21 de agosto de 1986, o majestoso Bolt nasceu em Sherwood Content. Nesta cidade, que fica à três horas de distância da capital da Jamaica, Kingston, todos são fãs do jamaicano. Sua tia Lili declarou que suas refeições o deram a força para vencer: “A batata-doce, os bolinhos e a carne de porco era a minha paixão, e eu fazia para ele”.

Seu ex treinador, Sheron Seivwright, também de Sherwood Content, lembrou que Bolt era uma criança que sempre precisava da atenção dos outros. “Ele sempre teve muita energia e podia correr muito, muito rápido desde muito cedo“, declarou. Na escola onde ele Bolt estudou, atualmente existe um muro em sua homenagem com relâmpagos na superfície.

Depois de dar um grande salto em Pequim, ele continuou acumulando medalhas. E foi assim que ele ganhou o ouro em Londres, nos 100 e 200 metros, além de mais um na categoria de 4×100 metros.Repetindo o feito nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

Após os Jogos Olímpicos de Londres em 2012, o único objetivo do jamaicano foi claro: validar suas três medalhas no Rio de Janeiro em 2016 para se tornar o velocista mais bem sucedido de todos os tempos nos Jogos. Foi assim que ao ser novamente vencedor no Brasil conseguiu conquistar a marca de 3 medalhas de ouro em 3 jogos consecutivos.

Na época dos Jogos a imagem de Bolt voltou a se estelar. Seus louros fizeram dele uma das figuras mais ressonantes da competição. Além de Michael Phelps na Natação, ou Roger Federer no Tênis, Usain foi uma das figuras mais procuradas pelos meios de comunicação e fãs.

A primeira incursão de Bolt nas Olimpíadas foi em Pequim em 2008, onde inicialmente ganhou o ouro nas provas de 100 e 200 metros planos, e também na competição 4×100 pelo seu país, a Jamaica. Anos mais tarde, esta última medalha mencionada foi retirada dele devido ao doping positivo de seu parceiro Nesta Carter que também correu na prova.

Além das 8 medalhas de ouro em três eventos olímpicos diferentes, Bolt conseguiu também alcançar os recordes mundiais da prova de 100, 200 e 4×100 metros. Um dos seus feitos mais notáveis foi o fato de ele descer para 19 segundos o recorde dos 200 metros. Esse recorde foi tão difícil de quebrar, que levou mais de 12 anos até ele conseguir fazê-lo.

Atletas de porte como Bolt, Roger Federer, Cristiano Ronaldo, LeBron James e etc, tem mais do que talento em comum, eles têm também um ego bem grande que só aumenta conforme eles vão conquistando mais resultados. O jamaicano não esconde que é orgulhoso já declarou: “Alguém disse que eu posso ser imortal. Mais duas medalhas e posso dizer adeus. E virar Imortal“. Esse tem a autoconfiança lá em cima mesmo.

Um atleta como o Bolt estabeleceu metas de curto prazo e tentou se destacar em cada Mundial de Atletismo ou Jogos Olímpicos onde se apresentou. Depois de ter feito história no Rio de Janeiro, ele pensou mais e comentou: “Se o esporte precisar de mim se eu puder me motivar por um ano, então por que não continuar”.

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